> A instalação de barragens e seus conflitos em debate no Dia Internacional de Mobilização contra as Barragens    
 

     No dia 14 de março, Dia Internacional de Mobilização contra as Barragens, o Centro de Apoio de Proteção ao Meio Ambiente, órgão do Ministério Público do Paraná, e diversas organizações não governamentais do estado, promoveram um seminário sobre o impacto das barragens. O evento aconteceu na Assembléia Legislativa do Paraná e contou com as presenças do doutorando Hélvio Rech, do Instituto de Energia e Eletrotécnica da USP, que falou sobre a Política Energética Nacional, de representantes de diversas regiões do estado afetados por barragens, do procurador da República João Akira Omoto, de Londrina, que tem atuado nessas questões junto ao Ministério Público Federal e de representantes do IPDC, que luta pela causa liderando os consumidores e cidadãos paranaenses.
No evento foi debatido assuntos como: Política energética nacional, Defesa de estudos ambientais, recursos hídricos, proteção do Rio Tibagi, termoelétricas, energia eólica e solar, além dos pronunciamentos do Ministério Público Federal de Londrina,  Ministério Público Estadual do Paraná e do IBAMA.

Energia eólica é gratuita e não polui.

Mas você sabe o que significa novas tecnologias como fontes de energia? Este debate teve como principal objetivo aproximar a sociedade paranaense das discussões acerca do uso dos recursos naturais do Estado, fornecer recursos e opções como fonte de energia protegendo desta forma, a natureza.
A energia eólica é a energia que provém do vento, ou seja, ar em movimento. A energia dos ventos é uma abundante fonte de energia renovável, limpa e disponível em todos os lugares.
Já outra forma de energia discutida no evento, foram as vantagens e desvantagens das Usinas Termoelétricas. Essas usinas são responsáveis pela maior parte da eletricidade utilizada no mundo. Fazem uso principalmente do carvão mineral e do petróleo como fontes de energia. Isso explica, por exemplo, o predomínio desse tipo de usina nos países e regiões ricas em carvão ou petróleo, como a China e os continentes europeu e norte-americano. A principal vantagem desta usina é que ela pode ser construída próximo a locais de consumo, o que sugere grande economia nos custos de implantação das redes de transmissão. Por sua vez, tem como maior desvantagem os elevados gastos com o consumo de combustíveis e sua manutenção.
Outra energia que pode se tornar a mais usada nas próximas décadas é a energia solar. Segundo informações do site Educar (http://educar.sc.usp.br/licenciatura/1999/solar.html), para utilizar a energia do sol que chega à superfície da Terra, necessitamos de transdutores que convertam tal energia diretamente em energia elétrica. O aproveitamento dessa energia começou a ser utilizada em 1959 nos EUA, como forma de geração de energia elétrica para os satélites. Não é poluente, é renovável, não influi no efeito estufa, não precisa de geradores ou turbinas para a produção de energia elétrica.


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