> Seu banco já lhe prestou contas do que lhe cobra?    
 

     É muito comum atualmente situação em que o cidadão imagina possuir um valor em sua conta bancária e, ao fazer a conferência, constata valor inferior.

Ou, ao conferir uma determinada dívida, constata que é maior do que imaginava.

Ao buscar os motivos para a diminuição de seu saldo ou o aumento de sua dívida, depara-se com lançamentos, pelas instituições financeiras, de valores relacionadas às mais diversas categorias, poucas, ou mesmo nenhuma, lhe comunicada previamente ou autorizada quando da contratação do serviço.

Simplesmente alegam que existe autorização do Banco Central do Brasil, sendo este o salvo conduto para a prática de barbaridades contra o consumidor.

O cidadão, sempre agindo de boa-fé, torna-se vulnerável à atividade financeira, que o vê como o objeto a ser conquistado para o aumento de seus lucros.

Quando procura explicações na agência em que possui conta, muito pouco lhe é esclarecido e, certamente, nada lhe é restituído.

Surge a necessidade de exigir prestação de contas, para que se demonstre a regularidade das operações de crédito e débito realizadas.

Ciente deste problema que afeta milhares de consumidores, o Instituto de Proteção e Defesa dos Consumidores e Cidadãos do Brasil - IPDC está propondo Ação Civil Pública contra as principais instituições financeiras do País, objetivando a clareza nas informações e a boa-fé contratual, bem como a regularização das falhas existentes, com respeito à lei.


Dr. Nastari fala sobre prestações de contas.

As ações questionaram em especial as taxas de juros capitalizados bem como as taxas cobradas em conta corrente de forma indevida, sem previsão em contrato assinado pelo consumidor e sem aviso de anuência e ainda taxas criadas no decorrer da prestação de serviços e aquelas com códigos estranhos. Ainda serão questionados os cálculos e lançamentos feitos muitas vezes inexplicáveis como por exemplo, entradas e saídas automáticas de dinheiro onde incide CPMF que acreditamos ser cobrado indevidamente.

Mais uma vez, o Instituto de Proteção e Defesa dos Consumidores e Cidadãos do Brasil - IPDC estará atuando na defesa de seus direitos, protegendo o patrimônio do consumidor em face de terceiros administradores (bancos, administradoras de cartões de crédito, imobiliárias, empresas telefônicas, etc.) que agem de forma oculta e amoral e, ao serem acionados administrativamente, não se preocuparam em apresentar com a devida clareza a situação real do patrimônio do consumidor.

Fonte: Mauro Nastari


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